Infelizmente terei que me ausentar do blog por algum tempo, meu acesso à internet está um pouco restrito e por isto vai ficar mais difícil eu postar algo.
Espero que esta ausência seja breve...
Sempre que puder, eu darei um pulinho aqui
Até mais...
sexta-feira, 7 de dezembro de 2007
Ausência
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Jeferson Ulisses
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15:41
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segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
Hoje
Hoje vou lembrar de todas as coisas boas que aconteceram na minha vida.
Depois que me deliciar com as lembranças, vou ler um bom livro e algumas poesias.
Após estar com a alma purificada de versos e minha pele transpirar gotas de Neruda e Vinícius, poderei então captar todo amor em sua essência.
Eu mergulhado no mais puro amor, posso fazer coisas inesquecíveis e belas.
Terei histórias para contar e felicidade para encher meu coração o suficiente para impulsionar meu corpo para o infinito.
Lá da pontinha do infinito, vou gritar o mais alto que eu conseguir e com este grito deixarei o que sobrar de mágoa e tristeza para ficar tão leve quanto uma pluma, e poder voltar para a terra sorrindo e cantando.
Assim será meu dia, para que amanhã... bom, amanhã eu decido o que farei, preciso aproveitar o hoje!
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Jeferson Ulisses
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10:51
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quinta-feira, 29 de novembro de 2007
Quando Eu Morrer
Quem me conhece mais afundo, sabe o quanto este poema abaixo é significativo pra mim.
Deparei-me com este poema em duas fazes da minha vida.
A primeira eu estava por volta da quarta série e vi este poema escrito na lousa, gostei tanto que até copiei no meu caderno (e olha que meu caderno sempre esteve em branco, já que desde esta época eu não copiava lição).
A segunda, foi no teatro Olido, quando fui assistir uma peça e enquanto estava aguardando a abertura do teatro vi que nas paredes constavam aquelas palavras que muitos anos antes me chamaram a atenção. Fiquei absolutamente emocionado no auge de minha nostalgia!
E isto me valeu a ida ao teatro (porque a peça em si foi uma porcaria).
Talvez esta nostalgia tenha contribuido para aproveitar a noite depois da peça. Caminhando pelo centro da cidade como se fosse uma criança, tentei tocar o sino do Pátio do Colégio (impedido por uma amiga e o receio de tomar uma bronca de um policial que vinha chegando). Cantamos "Trem das Onze" com mendigos que estava no Viaduto do Chá e ainda tentei colocar esta minha amiga no Marco Zero da Sé.
Agora, sempre que me deparo com este poema, meu coração se enche de alegria destes dois momentos tão distintos...
QUANDO EU MORRER
Mario de Andrade
Quando eu morrer quero ficar,
Não contem aos meus inimigos,
Sepultado em minha cidade,
Saudade.
Meus pés enterrem na rua Aurora,
No Paissandu deixem meu sexo,
Na Lopes Chaves a cabeça
Esqueçam.
No Pátio do Colégio afundem
O meu coração paulistano:
Um coração vivo e um defunto
Bem juntos.
Escondam no Correio o ouvido
Direito, o esquerdo nos Telégrafos,
Quero saber da vida alheia,
Sereia.
O nariz guardem nos rosais,
A língua no alto do Ipiranga
Para cantar a liberdade.
Saudade...
Os olhos lá no Jaraguá
Assistirão ao que há de vir,
O joelho na Universidade,
Saudade...
As mãos atirem por aí,
Que desvivam como viveram,
As tripas atirem pro Diabo,
Que o espírito será de Deus.
Adeus.
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Jeferson Ulisses
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13:35
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quarta-feira, 28 de novembro de 2007
Quem é você??
Você realmente sabe responder esta pergunta?
.
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.
.
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Ou apenas reproduz um discurso que acha que será aceito por você e as pessoas que estão a sua volta?
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Jeferson Ulisses
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15:42
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terça-feira, 27 de novembro de 2007
Tempo
Como o tempo consegue ser tão injusto e cruel?
Sempre passa correndo quando estamos apaixonados,
Caminha lentamente sempre que estamos chateados
E controla nossas vidas, como se fosse um quartel.
Temperamento mais rígido que o seu não há igual!
Depois que passa, não adianta pedir que volte atrás,
O tempo é assim mesmo, nunca muda modifica o que faz,
Mas também há quem diga que não faz isto por mal.
Tempo que unido às lembranças é capaz de milagres,
Juntos transformam um minuto passageiro em eterno
E com tais lembranças, consegue nos tornar alegres.
É muito sábio este tempo cruel, que nunca abre mão
De seguir sempre em frente, sem perder sua direção,
Mas tentar matar o tempo, não sei se é certo ou não.
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Jeferson Ulisses
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14:00
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segunda-feira, 26 de novembro de 2007
Eu Não Vou Dizer Nada (Além Do Que Estou Dizendo)
Acho que esta música abaixo reflete exatamente o que eu quero hoje.
Sempre adimirei a capacidade do artista em fazer arte onde não existe nada, neste caso, fazer música e poesia, sobre o nada de uma forma tão completa.
Quem me conhece, sabe que sou o paradoxo em pessoa, e adoro coisas que também expressam isto, como exemplo, esta música, que mostra que o nada e cheio de muita coisa.
O mesmo podemos dizer de nós mesmos. Por vezes estamos tão bem acompanhados sozinhos, e por outras estamos tão só acompanhados...
Por isto hoje, farei como os Titãs e não vou dizer nada!
E não dizer nada, pode dizer muita coisa para ouvidos (ou olhos no caso do blog), mais atentos, loucos e poéticos.
E só assim, quando todos aprenderem ouvir o silêncio, enxergar a cegueira e tocar o infinito, serei completamente compreendido.
Eu não vou falar de amor
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Jeferson Ulisses
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14:40
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sexta-feira, 23 de novembro de 2007
Um Sonho
Algum tempo atrás, vi uma frase do Carlos Trevisan, que dizia assim "Sonho é como um filho seu, ou você cria, ou é mais um no mundo".
Hoje eu posso dizer que tenho um filho (que não será mais um no mundo) e diversos sonhos.
Estes sonhos, também não serão mais um no mundo (e não são).
Minha vida é formada de sonhos que se realizam a cada dia. Como exemplo eu posso citar meu filho, a graduação em Psicologia (já que não é fácil bancar uma graduação sozinho), meus sonetos, minha banda e etc.
Fico pensando o quanto esta frase fez muito sentido pra mim, e o quanto é significativa em minha vida.
As vezes, eu vejo que muitas pessoas realizam seus sonhos, mas deixam passar em branco e não aproveitam este momento sublime. Muitos, correm tanto atrás de um sonho impossível, e não percebem as coisas reais que os cercam... Claro que meus "amigos" Psicanalistas podem explicar isto muito bem, e eu até entendo estas questões, mas não deixa de ser triste.
E eu, diversas vezes já fui pego de surpresa, reclamando de algo que não aconteceu em minha vida, mas nestes deslizes que acontecem comigo (quando desço da navalha e vou para o lado dos normais), são muito passageiros, e logo consigo compreender o tamanho de minhas conquistas, e olhar lá do alto e ver o quanto e cresci, e posso olhar para estas pessoas tristes e dizer o quanto é bonito lá em cima.
Uma pena que muitas destas pessoas estão tão longe, que não conseguem me ouvir...
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Jeferson Ulisses
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11:26
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quinta-feira, 22 de novembro de 2007
Enfim...
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Jeferson Ulisses
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15:07
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sexta-feira, 16 de novembro de 2007
Amanhã
Após trinta e nove semanas de aconchego e proteção dentro do útero, amanhã o Diogo deixará seu cantinho quente e protegido e virá para este mundo frio, barulhento e aparentemente perigoso e assustador. Eu como pai, terei a função de ajudá-lo a desvendar este perigoso mundo e oferecer proteção deste universo vil.
Filho tem uma posição complicada na vida. É nele que é depositado todos os sonhos e expectativas dos pais (isto sem contar avós, tios, etc.) e ainda assim, tem que manter sua individualidade para alcançar sua plena maturidade. Não mais confortável é a posição do pai, que também já foi filho e possui uma visão de como ser um pai mais adequado (ou pelo menos imagina que tem).
Desejo o que for de melhor para meu filho (claro), mas também desejo que ele sempre seja (pra ele mesmo) o que é pra mim, ou seja, ÚNICO, não apenas no sentido de ser meu único filho (até porque pretendo ter mais um pelo menos), mas no sentido de sua individualidade, que ele não se perca na multidão, que ele possua um destaque, uma luz interna que o diferencie de outras pessoas. Espero também certa rebeldia dele (e que ele leia esta frase apenas quando tiver uns trinta anos para não interpretar mal o que quero dizer...rs). Esta rebeldia deve ser louca e sadia, uma rebeldia apenas para garantir que mesmo quando eu estiver com a mais pura das intenções, porém, interferindo em escolhas que só cabe a ele, esta rebeldia sirva de sustentação e força para ele garantir o seu verdadeiro eu.
Sei que o desenvolvimento dele dependerá do modo que eu agir com ele, e sei também que ele terá a interferência de diversas outras pessoas (interferências positivas e negativas), e que será fundamental para ele conhecer todas elas, e por conta disto, também terei que trabalhar algumas frustrações, por que por mais perfeito que ele seja, esta perfeição pode ser e será diferente da minha perfeição idealizada.
Poderia ficar escrevendo por dias, meses ou até anos, e ainda assim não poderia descrever tudo o que sinto e todas as expectativas, porém, seria em vão... mas é bom termos um momento para um desabafo, escrever a essência do que estamos sentindo. Por isto, hoje não revisarei o que escrevi, deixarei que tudo seja uma associação livre, e por conta disto, peço que me desculpem se o texto perder o sentido em algum momento.
Ficarei afastado do blog na próxima semana, pois ficarei sem acesso à internet por alguns dias, mas na semana que vem, publico uma foto do Diogo, e com certeza terei alguma história para contar. E quem sabe até com mais inspiração...
Até mais,
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Jeferson Ulisses
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08:52
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terça-feira, 13 de novembro de 2007
Falta de Tempo ou Criatividade?

Faz tempo que esta lâmpada da criatividade não ilumina meus pensamentos. Uma dúvida instalou-se em meu ser: estou eu ficando sem criatividade, ou este tempo que me falta para escrever não deixa eu pensar em coisas novas? Eu imagino que a segunda hipótese é mais válida, pois se começo a escrever, logo preocupo-me com outras atividades que deixei de fazer. Uma prova desta teoria é este texto que esta lendo agora, pois eu apenas iria ilustrar o motivo de eu postar mais um soneto meu.
Abaixo está meu primeiro soneto (por isto talvez não seja o melhor, mas é bastante significativo para mim).
Sempre quis muito escrever algo, mas como eu sou um cara muito chato, não poderia escrever qualquer coisa. Pensando o que eu poderia escrever, resolvi então escrever sonetos, afinal, assim eu teria o desafio de acertar as rimas, e expor toda minha idéia em apenas quatorze versos (muitas vezes sou muito prolixo para escrever), e o resultado deste meu desafio vocês podem conferir abaixo.
Sou arte, sou loucura e sou razão.
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Jeferson Ulisses
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13:52
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segunda-feira, 12 de novembro de 2007
Mais um soneto...
Se minha loucura fosse toda razão,
Eu seria algum sábio intelectual?
Enxergaria a vida sem este vitral,
Que confunde a realidade com ilusão?
Esta sã loucura que domina meu ser
Transforma-me num sábio das avessas,
Vivendo sempre com idéias travessas
Para alegremente poder sempre viver.
Louco eu? Sim! Porém, um louco com arte,
Pois até da loucura, a razão faz parte,
Fazendo de toda esta loucura um baluarte.
Pobre da razão, que sozinha é infeliz!
Todos sempre ouvem o que ela diz,
Mas sem a loucura não pode ser feliz!
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Jeferson Ulisses
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14:23
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sexta-feira, 9 de novembro de 2007
Fim de Semana
Pode parecer estranho eu falar disto neste blog, afinal, estou prestes a presenciar o nascimento de uma vida e é estranho pensar que mesmo esta vida está acompanhada da tão temida morte.
Isto não quer dizer que este é meu desejo para qualquer pessoa, muito menos para as pessoas que amo e pra mim mesmo. A morte nos acompanha tirando-nos um pedacinho a cada dia, porém temos milhões de pedaços, e prefiro que ela continue assim lentamente pegando estes pedaços, até cansar-se e levar-me por completo depois de muitas e muitas décadas.
Tudo isto talvez traga repulsa dos leitores, mas meu objetivo é apenas mudar um pouco a percepção de nosso dia-a-dia sem cair no clichê de "viver como se fosse o último dia", até porque eu sempre preferi o termo "viver como se fosse o primeiro minuto". E é assim que sigo, quando vejo algo que me agrada os olhos, vejo como se fosse a primeira cor que deslumbro, quando escuto uma música, imagino que são as primeiras notas que percebo, quando estou junto com meu amor, sinto como se fosse o primeiro toque, o primeiro beijo...
Já experimentaram esta sensação? O primeiro é sempre maravilhoso, divino, inigualável... Se deixarmos cair tudo na rotina, tudo perde o encanto, a beleza e a descoberta.
Por conta disto tudo, o fim também deve ser valorizado e entendido, porém, sem nostalgia. Se entendermos que há um início e há um fim, saberemos que aquele primeiro beijo não existirá mais, e por conta disto você pode achar que minha "teoria" foi "quebrada" e eu lhe direi o contrário.
Você pode aproveitar o primeiro beijo daquele minuto, o primeiro suspiro de um milésimo de segundo, que nunca mais se repetirá é verdade, mas que traz sua delícia do novo e nos motiva à buscar outro e mais outro igual e melhor que aquele.
E só quando as pessoas entenderem o fim, poderão compreender o presente em sua essência e poderão dançar na corda bamba, de seda colorida na beira de um abismo (Como diria Edson Marques), sem temer este fim e libertando-se de uma existência medíocre.
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Jeferson Ulisses
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10:12
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quarta-feira, 7 de novembro de 2007
O Cravo e a Rosa
Porque com a Rosa, brigou o Cravo?
Algo assim, alguém já se perguntou?
Talvez de seu amor o Cravo se cansou
Ou a Rosa fez dele apenas seu escravo?
Foi de remorso que o Cravo adoeceu?
E até despedaçada, a Rosa lhe visitou
Mesmo depois que o Cravo a magoou.
Mas alguém sabe bem o que aconteceu?
E aquele desmaio foi no mínimo curioso!
Eu acho que foi muito bem ensaiado
Assim, o Cravo não pareceu orgulhoso.
Mas eu não perco minhas esperanças
Mesmo sendo louco e descontrolado
Ainda entenderei este mundo das crianças.
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Jeferson Ulisses
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terça-feira, 6 de novembro de 2007
Mundo Moderno
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Jeferson Ulisses
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segunda-feira, 5 de novembro de 2007
Contagem Regressiva
BlogBlogs.Com.Br
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Jeferson Ulisses
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quarta-feira, 31 de outubro de 2007
Feliz dia das Bruxas
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Jeferson Ulisses
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13:56
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segunda-feira, 29 de outubro de 2007
Conhecimento

Ainda não consegui encontrar a resposta para o post anterior, e talvez eu nunca encontre.
E se me perguntar "por que não encontrará?", eu lhe respondo que poderia me perder em meus conhecimentos na busca desta resposta. A diferença é que quanto mais eu me perco, mais eu me acho em outras direções e descubro um universo cheio de inspirações...
O conhecimento humano é como um funil, só que virado de cabeça para baixo (como na figura).
Imagine o homem dentro deste funil... ao nascer ficamos na parte superior, e temos um espaço limitado para percorrer. Porém, a medida que vamos crescendo (e, principalmente, desenvolvendo o conhecimento) vamos descendo e descobrindo que o universo da sabedoria é muito maior, e podemos ter perspectivas inimagináveis! E quando chegar à borda do funil, verá que ainda há muito o que percorrer, e por isto talvez, sentir-se como um ignorante, diante de tanto conhecimento que ainda pode adquirir...
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Jeferson Ulisses
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16:25
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sexta-feira, 26 de outubro de 2007
Vocês Sabem?
E os sábios que outrora não sabiam de nada, perdem-se em milhares de saberes e na verdade não sabem explicar de onde veio esta sabedoria, nem quanta sabedoria ainda possam saber.
Agora, sem saber de nada, eu me pergunto:
“Você é sábio o suficiente para saber se há sabedoria que faça o saber chegar a quem não sabe?”
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Jeferson Ulisses
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09:39
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quarta-feira, 24 de outubro de 2007
Soneto 09
Ainda quero escrever um livro, nem que seja um livreto...
Onde eu possa escrever tudo aquilo que sinto e penso
Descrevendo em todas as linhas este meu amor imenso
Num livro inteiro dedicado a você, e não apenas um soneto.
Neste livro, será você meu texto e pretexto para escrever
Sendo a imperatriz soberana em todas as minhas inspirações
E única responsável por minhas mais puras e belas emoções
Preenchendo meus versos com todo amor que se possa descrever.
Representarei minhas palavras em forma de paixão e carinho,
Esculpindo meus versos de amor com a perícia de um artesão
E sentindo sua presença em cada letra, nunca ficarei sozinho.
E junto com o fruto do nosso amor, irei ver o livro nascer
Como resultado de nosso eterno amor e ardente tesão,
Deslumbrando sua beleza e vendo nosso amor crescer.
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Jeferson Ulisses
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12:58
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terça-feira, 23 de outubro de 2007
Navalha
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Jeferson Ulisses
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segunda-feira, 22 de outubro de 2007
Segunda-Feira
Pois é... segunda-feira é um dia complicado. Confesso que geralmente a segunda é um dia motivador! O início dos dias úteis, uma nova perspectiva um novo começo, e em geral, a quarta-feira me entedia, talvez por meu perfil excêntrico, os meios termos não combinam muito comigo.
Mas hoje é um dia atípico...
Será que preciso rever meus conceitos sobre reinício?
Ou talvez eu apenas esteja entre as pessoas comuns que possuem dias entediados...
Isto seria uma crise existencial do meu blog?
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Jeferson Ulisses
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14:03
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sexta-feira, 19 de outubro de 2007
Show
Foi o sexto ano consecutivo que tocamos em uma festa de dia das crianças... a Xuxa que nos aguarde, somos quase os "Reis dos Baixinhos" rs
Um forte abraço,
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Jeferson Ulisses
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13:38
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quinta-feira, 18 de outubro de 2007
Soneto
Bom... já que eu iniciei o blog com o tema de nascimento e consequentemente do meu filho, vou postar aqui também meu soneto mais recente. Como está em meu perfil, sou um aspirante a poeta.
Há outros trabalhos meus AQUI, basta clicar em "Busca Soneto" na direita da tela e digitar "Jeferson Ulisses"
Ao Meu Filho
As coisas serão diferentes no dia em que você nascer!
O sol e as estrelas brilharão mais fortes neste dia
Anjos e Deuses descerão do céu em sagrada cantoria
E em festa solene, saúde e felicidade irão lhe oferecer.
Não haverá escuridão que resistirá ao brilho do seu olhar,
Toda a tristeza fenecerá à pureza de seu sorriso eminente,
Não haverá quem não se cale para ouvir seu choro inocente
E para não perder nenhum movimento seu, a terra irá parar.
De pensar que em breve estará sendo embalado em meus braços
O meu peito se infla para acomodar meu coração imenso de amor,
Que a cada segundo bate em disparada, imaginando seus traços.
E aguardando sua chegada, encaro a vida com extremo humor
Esperando com esta alegria, entregar-me aos seus abraços
Garantindo nossa felicidade, e deixando a vida sem nenhum temor.
Amanhã publico meu outro hobby, a "música".
Abraços
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Jeferson Ulisses
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15:31
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quarta-feira, 17 de outubro de 2007
Nascimento
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Jeferson Ulisses
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17:03
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